segunda-feira, 31 de julho de 2017

Fenomenalidade da Violência como Arqui-Fato do Viver, Operacionalidade ou Relação entre Fenomenologia e Práticas Clínicas

Data: 21, 22 e 23 de agosto de 2017
Local: Auditório Carolina Bori – Bloco G – Instituto de Psicologia – USP
Horário: das 9 às 12h.

Docentes
Florinda Martins – Centro de Estudos em Filosofia, CEFi, Núcleo Regional do Porto, Universidade Católica Portuguesa – UCP; e Andrés Antúnez – Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo - USPLocal: Auditório Carolina Bori – Bloco G – Instituto de PSicologia – USP.

Inscrições:
https://goo.gl/forms/vWoEhmDa8ftlsp9y2

O objetivo desta disciplina de pós-graduação – aberta ao público como Seminário Internacional – é redefinir a pessoa a partir da fenomenalidade afetiva; redefinir a afetividade pelos fenômenos da relacionalidade; mostrar que a fenomenologia da violência é um arqui-fato tão originário quanto o amor; nomear uma investigação em neurociências que mostra a relação entre o despoletar neurológico de fenômenos agressivos em íntima relação com fenômenos comportamentais e estados psíquicos; redefinir a prática clínica a partir da fenomenalidade da pessoa como ser constituído de afeto.

Temas:
A violência como fenómeno originario do nosso viver; o trabalho da clínica e a violência originária da vida: modalização dos afetos.

Conteúdos:
A pessoa enquanto instalação no tecido afetivo da vida; o corpo como topografía da paixão; a paixão como fenómeno relacional cruza em si a fenomenalidade do agir e do padecer; a paixão como violência e como amor; topografía da paixão e ethos.

Metodologia:
Discussão de conceitos da fenomenologia da vida de Michel Henry operacionalizados em estudos de caso.
Referências bibliográficas:
ANTÚNEZ, A.E.A; MARTINS, F. (2017). A violencia como fenômeno originario da
vida. In: Fenomenologia e práticas clínicas II / Orgs. Feijoo, A.M.L.C. de;
Lessa, M.B.M.F. 1.ed.- Rio de Janeiro, RJ: IFEN. pp.51-64
.
MARTINS, F. (2014). Em que solo se nutre a ciência? Michel Henry: para uma
cultura interdisciplinar. In: Anais do I congresso internacional Pessoa e
comunidade: fenomenologia, psicologia e teologia e III colóquio
internacional de Humanidades e humanização em saúde. Recuperado em 25 maio
pp 93-120

ANTÚNEZ, A.E.A; MARTINS, F. (2015). Michel Henry: afectividade y
alucinación. In: Apeiron. Estudios de Filosofia – Filosofia y
Fenomenologia, nº 3, Octubre, 2015, pp. 181-188. España. Disponível em:

MARTINS, F.; ANTÚNEZ, A.E.A. (2016). Michel Henry: Sense of self and
hallucination. Estudos de Psicologia I Campinas I 33(3) I 425-430 I julho –
setembro. Disponível em:

MARTINS, F. (2017). Estátuas de Anjos: para uma fenomenología da vida e da
clínica. (Apresentação  de ANTÚNEZ, A.E.A). Colibri, 2017.

Organização:
Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica – IPUSP
Núcleo de pesquisa e laboratório Prosopon – IPUSP

Mais informações:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf6PrPLJYlDOCx0FgvgTdFVqnO8Ngjr0jV9iYOajFfRJGNmEA/viewform
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