O estudo das relações entre Michel Henry (MH) e Espinosa tem sido, até agora, pautado pelo jogo de influências:
1- A filosofia de MH não será mais do que uma ética espinosista, segundo o método fenomenológico;
2- os manuscritos de juventude de MH mostram a sua completa divergência de Espinosa.
1- A filosofia de MH não será mais do que uma ética espinosista, segundo o método fenomenológico;
2- os manuscritos de juventude de MH mostram a sua completa divergência de Espinosa.
Outra é a orientação desta obra: Espinosa, com a afirmação «ninguém até agora determinou o que pode um corpo», questiona o rumo que a filosofia de Descartes tomara. Um rumo que, segundo MH, chegou ao limite das suas possibilidades e contradições. Inverter este rumo é conhecer-lhe o erro de raiz: a questão filosófica hoje não é a questão de saber o que é um corpo, mas o que pode um corpo. «O que pode um corpo?» centra a sua investigação na fenomenalidade do poder e do contra-poder que lhe é inerente, uma questão que se prolonga de Espinosa a MH e que hoje se impõe.
Retirado do blog www.opoderdocorpo.blogspot.com
Tu podes adquirir o livro no site Wook

gostaria de receber esse livro, pois estou estudando o pensamento de michel henry - posso enviar exemplar de 1 livro/e-book que organizei onde a perspectiva fenomenológica tem expressão. damiano@ufsj.edu.br. att gilberto damiano
ResponderExcluir